COMANDANTE — (OFF, SOBRE IMAGENS) O pó do sono foi filtrado pelo exoesqueleto do meu uniforme. COMANDANTE AJUDA SOLDADOS REPTILIANOS.
COMANDANTE — Atenção soldados! Syd... Seldon... Soroman... É hora de voltarmos para nossa nave espacial. Atenção todos. Precisamos fugir daqui antes que sejamos presos! Acordem! Levantem! SOLDADOS REPTILIANOS (FIGURANTES) SE LEVANTAM, LENTAMENTE, AINDA SENTINDO DOR.
MARIA, MARCELO, TATIANA E MELQUIOR ESTÃO PERPLEXOS COM A FUGA DOS ETS. BIANCA E LEONOR ESTÃO CHORANDO, ARRASADAS COM O SEQÜESTRO DOS FILHOS.
MARIA — Precisamos pensar com calma. Sei que é absurdo pedir calma a duas mães que tiveram seus bebês seqüestrados, mas não podemos ser precipitados.
MARCELO — Concordo com você, minha querida, é preciso cabeça fria. Vamos encontrar um jeito de recuperar os bebês.
TATIANA — Eles não vão machucar as crianças. Se quisessem fazer isso, já teriam feito.
MARIA — Tem toda razão, Tatiana. Essa certeza de que as crianças não serão maltratadas nos dá certo alívio. Mas precisamos recuperá-las o mais rápido possível.
LEONOR — Desculpem, sei que vocês tão procurando ser otimistas, mas eu tô desesperada. Só em saber que o meu bebê tá dentro de uma espaçonave, com seres de outro planeta, sinto uma pontada no meu coração.
BIANCA — Será que o ambiente dentro da nave é adequado aos nossos bebês? Tenho medo que eles peguem alguma doença, alguma infecção, algum vírus...
MELQUIOR — Posso imaginar o que vocês estão sentindo, Leonor e Bianca. É uma situação totalmente inusitada. Mas temos que seguir lutando.
MARIA — Eitalelê! Tenho uma idéia. Uma coisa que me ocorreu agora mesmo.
TATI FALA COM IRONIA — E qual foi a brilhante idéia que a Super-Maria acabou de ter?MARIA — Os reptilianos que estão desmaiados lá no laboratório... A gente pode tentar usá-los como reféns... e obrigá-los a nos dizer para onde as crianças estão sendo levadas.
MARCELO — Isso! Perfeito! Talvez com eles a gente consiga saber não só onde estão os bebês, mas também outras informações preciosas sobre os planos deles.
LEONOR — Eles estão no laboratório? Então vamos correndo até lá.
BIANCA — Vamos. A gente precisa fazer alguma coisa. Precisamos descobrir pra onde levaram nossos filhos!
MARCELO — Eu vou na frente.
TATIANA — Cuidado, pai. Vamos juntos.
MARIA — Vamos. Todo cuidado é pouco com esses reptilianos.
PRÍNCIPE — É verdade. Eles possuem armas poderosas.
LEONOR — Esse extraterrestre vai ter que nos contar para onde nossos filhos estão sendo levados. Ou então vou fazer picadinho de reptiliano naquele laboratório.
LIGA DO BEM SE DIRIGE PARA O LABORATÓRIO.
COMANDANTE KÍDOR E OS TRÊS SOLDADOS (FIGURANTES) FICAM EM POSIÇÃO DE SENTIDO, PRONTOS PARA SEREM TELETRANSPORTADOS.
COMANDANTE — Atenção todos! Preparar para o teletransporte!
DO LADO OPOSTO AOS REPTILIANOS, CHEGAM MARIA E MARCELO COM TATI, BIANCA, LEONOR E MELQUIOR.
MARCELO — (APONTAM A ARMA) Parados aí!
PRÍNCIPE — Rápido! Eles estão se preparando para fugir!
MARIA — Para onde vocês estão levando as crianças?
LEONOR — Meu filho... Lúcio... Pelo amor de Deus, onde está meu filho?
BIANCA — Juno... Quero minha filhinha de volta!
COMANDANTE — Desistam. Vocês nunca mais vão ver essas crianças! Preparar para o teletransporte!
INSERIR EFEITO: KIDOR E SEUS HOMENS SE TELETRANSPORTAM
TATIANA — Vocês viram? Os reptilianos se teletransportaram.
PRÍNCIPE — Fugiram de nós. Covardes.
BIANCA — E agora? O que vai ser de nós? Como vamos saber de nossos filhos? Era a nossa única esperança.
MARCELO — Não pense assim, Bianca. Sempre há esperança.
LEONOR — Será? Será que eles não vão levar as crianças para outro planeta?
MARIA — Acho que não. Se os reptilianos estão vindo pra cá... e se querem os bebês porque são tão poderosos, pra conquista da Terra... não tem sentido levá-los do nosso planeta...
PRÍNCIPE — A Maria tem razão. O mais provável é que as crianças fiquem na Terra.
MARCELO — Vamos seguir os mutantes criminosos, o pessoal da Liga Bandida... Através deles vamos chegar aos ET´s e finalmente aos bebês.
LEONOR — Não quero perder minha esperança...
BIANCA — Mas tá difícil... sabendo que os bebês estão numa nave reptiliana. Não queria isso pra minha pequena... não...
MARIA — Bianca e Leonor, a partir desse instante a esperança é a nossa principal aliada.
MARCELO ABRAÇA MARIA POR TRÁS E COMPLETA.
MARCELO — A esperança não é um sonho, mas uma maneira de transformar os sonhos em realidade. E nós vamos conseguir achar e trazer os bebês de volta.
sexta-feira, 3 de outubro de 2008
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